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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Sobre o amor...

Sobre o amor

Quando falamos em amor,
qual é a primeira coisa que vem
a sua cabeça ??

Um casal feliz, um buquê de rosas vermelhas,
uma caixa de bombons, um passeio de mãos dadas
no final de tarde no parque, ou ainda um filme
romântico daqueles com o final bem óbvio e feliz.

O que não vem a nossa cabeça e que considero ser
mais importante é a cumplicidade,
o carinho, a vontade de estar junto, a necessidade
de saber o que o outro está fazendo.

Quando eu penso no amor, não
consigo definir o que é realmente, nem como surge,
talvez eu consiga definir como ele derrepente vai
embora,mas isso também seria apenas uma suposição.

É tão complicado, dizer o que se sente com o coração,
porque é abstrato, é ilusório, é uma projeção do imaginário.

Quem sabe um dia, algum de vocês entenda e consiga decifrar
porque quando gostamos de alguém, perdemos 50% da
nossa percepção da realidade, porque ficamos cegos,surdos,
mudos e totalmente bobos...

Ah...o amor!!

(Post dedicado à todos nós, eternamente apaixonados.)
Dica: assista P.S Eu te amo, belíssimo exemplo de como o amor pode transformar,mudar e ajudar
na vida das pessoas, por isso ame mais e prive-se menos...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Desabafo...

Que merda de sensação ruim é essa...
Uma mistura de aperto no peito com uma falta incondicional de algo que eu nao sei direito o que é.
As vezes acho que sou meio bipolar, num mesmo dia eu sou capaz de ir da mais pura felicidade ao mais pura depressão, acho que sou meio louca, vai ver é isso! É, já me diagnostiquei,todo mundo diz que sou louca, nunca acreditei muito nisso, até porque, o louco nunca acha que é louco, pra ele bater com a cabeça na parede repetidas vezes é super normal (opa, eu não faço isso), só falo sozinha de vez enquando. Na maioria das vezes é um ato inconsciente, quando eu percebo, estou na maior conversa comigo mesma,geralmente isso acontece quando estou dirigindo, voltando de algum lugar, talvez conversar mesmo que sozinha seja uma válvula de escape para essa pressão do dia-a-dia, para essa correria, e essa solidão do século xxI.
Ultimamente tem sido assim, eu passo muito tempo, sem dizer nenhuma palavra,que quando decido falar alguma coisa, fico surpresa de ouvir a minha própria voz... a verdade é, que por mais que eu esteja cercada de pessoas o tempo todo, por conta do meu trabalho, a sensação de falta de espaço,e de ser um peixe fora da'agua,continua... Como eu respondo a tudo isso, de duas maneiras, a primeira que eu venho fazendo por meses, me afogo no trabalho, pois assim não sobra tempo para pensar em outras coisas, e a segunda,que não considero boa, mas que eu acabo fazendo, guardo as coisas para mim,até a hora que não aguentar mais...
Hj mesmo foi um dia daqueles que eu passei o dia todo desejando ouvir que era importante para alguém, bobagem isso? talvez, mas hoje me faria bem saber disso...enfim!!
Era isso que tinha para dizer, não gosto de escrever textos assim, gosto de sonorizar as palavras e hoje não é um dia para isso...

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Quando o inverno terminar...

Tropa de Elite 2

Sobre o Tropa 2: O inimigo agora é outro

Quando vi o trailer do Tropa de Elite 2 a primeira vez no cinema, me interessei logo de cara, não exatamente pelo gênero do filme mas pela continuação...de uma polêmica gerada lá em meados de 2007, quando o 1º filme foi lançado...
Quando o BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais) da P.M do Rio começou a ser reconhecido pela massa...pelo caveirão com fama de “missão dada é missão cumprida”.
Capital Nascimento visivelmente mais maduro, agora chefe da Segurança Nacional, continua tentando manter uma ordem em meio ao caos e corrupção que rodeia tanto a classe política que governa e controla tudo, quanto aqueles que deveriam proteger e zelar pelos cidadãos...
Um filme extremamente forte, um tanto quanto violento, e principalmente um dedo na ferida daqueles que ainda não se deram conta do tamanho do “machucado” na sociedade.
Capital Nascimento agora além de caveira, ainda precisa administrar os problemas e situações de sua vida, separado e com um filho que se mantém distante, confuso por não “entender” o que o pai faz de verdade...
Resumindo... vale a pena ver!

1º Super produção brasileira, e quando eu digo (SUPER) não me refiro a efeitos especiais avatares, mas sim a qualidade técnica, e artística dos atores e da produção.

2º Wagner Moura agora em versão mais madura e de farda, imperdível...

3º Por último, porém não menos importante, a continuação que em minha opinião está muito mais pautada na questão da sociedade e na causa dos problemas, se tornando mais interessante que a apresentação (Tropa 1)...

Só a título de curiosidade, não sou a favor de atitudes extremistas como é visto no filme, como o BOPE sendo uma máquina de guerra, para tudo existe um meio termo, mas concordo sim em mostrar o que há por trás de tudo isso, a visão política, a visão da esquerda, a visão dos próprios traficantes e da polícia.
Menos hipocrisia à mesa, vamos jogar merda no ventilador!!!!


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Poem: The Melody

The Melody - Alicetea

Under the window glass, only saw the raindrops,
She looked out as if waiting for something,
That never seemed to ...

With your hands on your knees bent, imagine
What would be like flowers, it would be sweet, bitter,
Salt or would not like ...

She loved to spend hours there looking at the horizon!
That's when she realized that was old, without even
Watch the time pass.

It was no longer that little girl, who ran,
With her pink dress, just down the window ...
Now her hands were not as firm,
The skin is already showing signs of old age ...

But she still insisted on staying there,
Because it was the best vision for the world;
From there I could see every night since the first time,
While still a girl ...

Nobody understood why she liked around both
From that corner, but she knew why and was very simple,
Because there could see the world in a way that nobody
I could never see ...

And stayed there for many years, until one day,
Without saying a word ...
She got up, looked one last time to that horizon
Bathed in moonlight turned slowly
And She was leaving, walking, walking without looking back ...
She walked until She disappeared into the crowd ...

No one saw her after that day,
But all who pass by know that one day she was there ...

terça-feira, 17 de agosto de 2010

"Uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido. Uma só"

Recebi por email esse texto e resolvi dividir com quem quer que seja que ainda leia este blog além de mim, pois veio para mim em um momento muito oportuno de AUTO REFLEXÃO... Sábias palavras de Danuza Leão.

"Uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido. Uma só"

Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.

A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.

A gente sai pra jantar, mas come pouco.

Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.

Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').

Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.

Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.

Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai.

Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...

Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...

Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'. Deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.

Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: 'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...

Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.

Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora.

Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de chocolate, um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente.
OK? Não necessariamente nessa ordem.

Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago . . .

"Você nasce sem pedir e morre sem querer. Aproveite o intervalo."

Danuza Leão

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Século XXI: você é um sobrevivente de antes de 1985??

Bem que dizem que os melhores textos surgem apartir de uma discussão de ideias, que podem ser inusitadas ou não, mas que ganham corpo a medida que seu autor as desenvolve...
Recentemente recebi um email muito interessante, em que se intitulava "Sobreviventes de antes de 1985" ou algum título parecido. Nesse email cujo título me causou estranhamento a primeira vista, prendeu minha atenção pelas imagens que ali foram utilizadas para introduzir a mensagem.
Geralmente quando eu recebo esse tipo de mensagem, os famigerados (.PPT) eu quase nunca abro, porque geralmente são quilos e mais quilos de bobeiras, exceto em raras excessões em que a pessoa que mandou tenha especificado ou ressaltado a intenção daquela mensagem, caso contrário acabam indo direto para o lixo eletrônico.
Voltando ao email... aquilo me instigou a querer saber o porque do título, principalmente porque nasci antes de 1985, e faria parte desse grupo de sobreviventes!!
Enfim, depois de passar pelo 1º slide, eu entendi que talvez pela primeira vez tenha caido em minha caixa de entrada, um (.PPT), que fazia algum sentido, e me fez relembrar os muitos momentos bons que tive quando criança e adolescente, como eu me divertia com a turminha da rua, fazendo molecagens de criança (correndo descalça, jogando bola, entrando em casa só ao anoitecer) e outras tantas lembranças boas que se reavivaram em minha memória.
Depois desse momento nostálgico (que acaba inevitavelmente se repetindo, sempre que reencontro os amigos de infância) fiquei pensando nas crianças e adolescentes de hoje. Nas brincadeiras que se perderam no tempo, hoje cada vez mais cedo as crianças aprendem que só se é feliz tendo um video game de última geração, ou um Laptop infantil, ou celular, IPHONE, IPOD, IPAD e um amontoado de aparatos eletrônicos que simulam aquilo que é divertido.
Na minha época as coisas eram diferentes, a infância era sim o momento mais feliz de nossas vidas, achávamos graça em tudo e tudo era motivo de brincadeira...
Brincar na rua não era perigoso!
Saíamos de casa depois da escola e só retornávamos ao anoitecer!
Não existia celulares e nossos pais não tinham a menor ideia de onde estávamos!
Existia mais confiança, e menos medo!
Lá, nós falávamos do futuro! Aqui nós falamos do passado!
Em pleno século XXI, na Era da Tecnologia, em que temos o mundo ao nosso alcance, nos sentimos sozinhos, e nos agarramos com todas nossas forças aos nossos 'amigos virtuais', aqueles com quem nunca trocamos sequer olhares, ou sentimos a presença, mas que sabemos que estarão ali sempre que nosso MSN, Facebook, Orkut, Twiiter, estiver online!!!
E eu me pergunto, aonde vamos parar? será que vale realmente a pena ter toda essa tecnologia em troca da sua liberdade???
...

Eu sou uma sobrevivente de antes de 1985... e você??
(Texto escrito 18/06/2010 por Luh as 01:00 p.m)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Horóscopo

Ok! Eu assumo que o que vou postar agora não é de suma importância para minha vida, mas acerta em alguns momentos...
E quem ai nunca deu uma olhadinha no horóscopo hein?! Por mais que agente não siga e leve a ferro e fogo todas as palavras que são ditas a nosso respeito, só pela data de nascimento e o nome completo, às vezes parece que dá certo mesmo...

Só para concluir esse post mega curto - porque para os poucos sobreviventes que ainda "acompanham" este blog, sabem que geralmente meus textos se estendem madrugada a fora e as vezes chegam a levar meus 2 fiéis seguidores a exaustão - rsrsrs!!! Decidi que preciso ser mais breve em minhas indagações! E cá estou eu me alongando...
Enfim vamos a interpretação zodíaca de hoje, ou melhor de ontem...17/06/2010.

Nome: Luiza Madeira Taves

Período do Trânsito:

Início: 16/06/2010 Fim: 20/06/2010

Título:

Marte em Trígono com Marte natal

Resumo:

Ótima oportunidade para mostrar seu valor. A sua disposição para o trabalho é notável. Será muito gratificante o trabalho em grupo se todos souberem o que fazer e não houver a necessidade de contínua explicação (e olha que você gosta de trabalhar sozinho para ter todos os louros!). A sua única meta é a eficiência profissional. Se tiver uma atividade em que trabalhe por conta própria, não haverá melhor momento para mostrar o que você é capaz de fazer.

A sua percepção dos fatos está bastante acentuada, pois este é o aspecto que realça a assertividade. Você sabe o que está fazendo e as pessoas o compreenderão. As suas ideias são claras e o sucesso não está longe, mesmo que antes tenha que enfrentar alguns problemas pelo caminho.


Beijos meus amores!!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Alice X Alice no País das Maravilhas 3D



Alice in Wonderland - |Tim Burton| 2010.


Alice X Alice no País das Maravilhas 3D

Por Luhtavess as 11:43 p.m (07/05/2010)


Escrever sobre essa personagem nunca foi tarefa fácil para mim, acredito que por tamanha proximidade que sinta em relação a algumas passagens do livro, torne mais complexo transformar em palavras aquilo que sinta ou impressões que venha a ter. Parece que quanto mais intimo seja, mais difícil de explorar e expressar o pensamento.

Quando soube que Tim [Burton] iria filmar, o que pra mim é uma das mais brilhantes e intrigantes histórias já escritas, confesso que me senti um tanto quanto eufórica. Foi como um retorno, há dois anos, quando decidi que faria um trabalho inteiro dedicado a Alice, e assim cumpri com meu desejo. Depois de inúmeras pesquisas e de me lançar em um desafio enorme de ILUSTRAR o livro do País das Maravilhas, finalmente cumpri minha missão. Enfim, a intenção aqui não é falar sobre o meu trabalho, e sim sobre o filme, mas por se tratar do mesmo assunto acaba sendo inevitável.

Eu fui assistir ao filme tendo criado uma expectativa muito grande, em relação à abordagem que Burton daria ao mundo de Alice, inevitavelmente imaginei como seria possível uma representação do País das Maravilhas, que se assemelhasse ao que compreendi durante a execução do meu trabalho de conclusão de curso. EU EXPLICO: Eu fiquei imaginando se haveria semelhanças e diferenças entre a minha representação de Alice e a representação que foi criada para o cinema. Tudo isso parece muito estranho, partindo do simples fato que cada interpretação de Alice é única e pessoal, ou seja, a minha Alice pode não ter nada haver com a do Tim e a do próprio autor – Lewis Carroll, mas pode sim ter pontos em comum, como por exemplo, o simples fato de que muita coisa que é apresentada no texto de Carroll parta de uma linguagem nonsense, de paradoxos, alogismos, enigmas, jogos semânticos, além de imagens do inconsciente.” (MENDONÇA,[s.d] p.42).

Diante disso, percebi que a principal diferença entre nossas interpretações está no fato de que Alice de Burton que já está na fase adulta, retorna ao País das Maravilhas para digamos cumprir uma missão, portanto fica implícito para nós espectadores que ela já conheça aquele universo "maluco", já a Alice que eu criei ainda está na fase de descoberta - digamos que ela ainda esteja na sua 1º visita a esse lugar mágico, ainda é uma criança e ainda tem dúvidas, sobre como vivenciar todas aquelas esperanças novas, talvez seja um pouco de pretensão afirmar isso mas eu sinto como se a personagem do Tim completasse algo que a minha ainda não descobriu. Louco isso não??

Completamente...mas isso que é torna fascinante a narrativa, a possibilidade de pessoas diferentes reescreverem a sua história [dando significado ao que elas consideram importante].

Bom, farei alguns comentários sobre o filme com a intenção de expressar uma opinião pessoal... quero deixar claro que eu sou profundamente admiradora do trabalho do Tim, e que todo o universo criado por ele para essa narrativa complexa, é belo, sublime e merece profunda admiração e respeito.

Sobre o filme:

"O filme como um todo consiste na presença de alguns personagens chave, em primeiro lugar o chapeleiro maluco, que dá um rumo para a história, a rainha vermelha que é maravilhosamente interpretada por Helena Bonham, e por fim a lagarta! Não sei se incluiria a própria Alice nesse balaio, pois em muitos momentos parece estar além daquele universo, exceto pelos momentos de superficial envolvimento com o chapeleiro que parece se encantar por sua beleza e atitude!"


Alguns personagens: "O Chapeleiro e a Rainha vermelha são os personagens em minha opinião melhor construídos por Tim dentro desse universo 3D fantástico . O Mad Hatter (chapeleiro) demonstra em suas atitudes e palavras a sua fragilidade e por vezes a sua alma de criança. O Figurino de caimento mais do que apropriado para o ator Johnny Depp é de uma precisão quase que cirúrgica. A maquiagem vem acompanhando como uma pintura os desenhos traçados pelos gestos do chapeleiro. Ao mesmo tempo em que é maluco, como o próprio nome diz, é singelo, é sublime, é carismático e puro. Fica explícito em alguns momentos do filme a profunda admiração que exerce sobre Alice e a sua constante busca interna para saber quem é realmente."

"Alice: Para mim, a Alice (Mia Wasikowska) do filme não convence muito, em parte por sua atuação quase sem emoção, e também pela falta de envolvimento (emocional) com a história. Eu sempre imaginei Alice uma menina curiosa, apaixonada, questionando coisas a respeito do mundo, mesmo que depois de adulta, e infelizmente não senti isso em relação essa personagem. Alice do filme parece mais conformada em aceitar tudo que acontece com ela, diante de um mundo “imaginário”, do que se sentir incomodada com as coisas “absurdas” que acontecem diante de seus olhos. "

"Rainha Branca: parece estar suspensa durante o filme, é como se ela não estive ali, a personagem parece não se envolver na trama, aparecendo quase que em todas as cenas com a mesma expressão e gesto superficial de mão."

"O melhor diálogo fica para o final do filme quando o chapeleiro propõe a Alice que fique no País das Maravilhas, e ela diz com toda ternura que aquela é uma idéia maluca, mas muito boa, mas que ela não pode, porque há perguntas em seu mundo que ela ainda precisa responder [se referindo ao pedido de casamento que recebera antes de cair na toca do coelho branco]."

"Outro diálogo interessante acontece no momento em que o Chapeleiro está acorrentado a uma mesa no castelo da rainha vermelha, tendo que produzir chapéus para ela...e Alice o encontra, no meio do diálogo ela diz ao chapeleiro que os chapéus são lindos mas que é uma pena ele ter que fazê-los para a rainha, e o chapeleiro em um momento de “reflexão e desespero” se pergunta, se ele estaria ficando louco. Alice segura seu rosto, e com uma mão verifica a temperatura do chapeleiro, e diz provavelmente sim, está completamente louco , pirado, mas quer saber, as melhores pessoas são assim..." [Aqui é possível perceber a fragilidade e a loucura do personagem]

"Quando Alice sai junto com o chapeleiro para cumprir sua missão de matar o jaguadarte, o chapeleiro lhe conta qual a melhor forma para viajar [de chapéu!!] Já que Alice está do tamanho de uma colher..." Genial...

Há muitos outros momentos que poderiam ser comentados,mas procurei manter o foco naquilo que me chamou mais atenção... see ya!





sexta-feira, 26 de março de 2010

Sobre as filmagens do novo longa-metragem do diretor e ator Selton Mello

Selton Mello e Paulo José durante intervalo das gravações do longa-metragem "O Palhaço" (12/03/10)

Selton Mello conta com ajuda de "personal palhaceitor" em seu segundo longa
do UOL, no Rio

O ator e diretor Selton Mello está filmando o longa-metragem "O Palhaço", em Paulínia, no interior de São Paulo. Em seu segundo longa-metragem como diretor, Selton também atua, dividindo a cena com o ator Paulo José.

As filmagens acontecem até 13 de abril e terão também locações em Ibitipoca, Minas Gerais.

A produção conta com a ajuda de um "personal palhaceitor", segundo Selton Mello. O palhaço Kuxixo, do Beto Carrero World, auxiliará nas cenas de picadeiro programadas para serem filmadas a partir de terça-feira (16/3).

Selton e Marcelo Vindicatto assinam o roteiro. Eles já fizeram juntos o longa-metragem "Feliz Natal" e o programa "Tarja Preta", do Canal Brasil.

“O filme 'O Palhaço' trata de forma divertida, mas profunda, a crise de identidade de um artista de circo que acha que perdeu a graça e passa a questionar sua vocação.Um filme doce, impregnado de ternura e sonho ", diz Selton

Para o ator e diretor, todo mundo passa por essa dúvida na profissão em algum momento da vida.

Paulo José, interpretará (Valdemar) pai do personagem de Selton ( Benjamim). Os dois formam a dupla de palhaços Puro Sangue e Pangaré. São os donos do pequeno Circo Esperança e lideram uma trupe de artistas, que viaja pelo país.

Entre os espetáculos, surgem as cobranças, todas em cima de Benjamim, que fica cansado e perseguido por uma ideia: “Eu faço todo mundo rir, mas quem é que vai me fazer rir?”

O longa conta com as participações especiais de Jackson Antunes, Jorge Loredo, Fabiana Karla, Moacir Franco. Além Teuda Bara, uma das fundadoras do Grupo Galpão, Erom Cordeiro, Álamo Facó, Cadú Fávero, Thogun e Hossen Minussi.

O novo filme conta com uma página na internet, onde é apresentado o dia a dia das filmagens e as curiosidades da produção. O blog “O Palhaço” tem sido a primeira experiência oficial do ator em redes sociais.


Matéria extraída: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/03/12/selton-mello-conta-com-ajuda-de-personal-palhaceitor-em-seu-segundo-longa.jhtm


segunda-feira, 15 de março de 2010

Fotos Alice in Wonderland - Tim Burton

Johnny Depp e Tim Burton

Poster 'Alice in Wonderland'

Poster 'The Mad Hatter'

Movie 'Alice in Wonderland'

Como não consegui colocar as fotos junto com o texto aqui vai uma postagem exclusiva para elas!
Estréia prevista aqui no Brasil entre Abril e Maio de 2010, não tenho muita certeza do dia.

Johnny Depp fala sobre sua maquiagem no filme Alice in Wonderland



'Adorei a maquiagem', diz Depp sobre o Chapeleiro Maluco

O ator conta que adorou a maquiagem que usa na aventura de Alice no País das Maravilhas, interpretada por Mia Wasikowska. No filme, Anne Hathaway interpreta a Rainha Boa.

Imagens que podem ser vistas em três dimensões. A tecnologia é de ponta para recontar a aventura de Alice no País das Maravilhas. Alice é Mia Wasikowska, de 20 anos, jovem na idade, na carreira e no papel que desempenha no filme.


“Eu assisti a várias versões deste filme quando ainda era criança. Já conhecia a história, e fazer a Alice é realizar um sonho”, disse ela.


A primeira versão surgiu nas telas em 1951, um desenho animado. Na mesma década surgiram as versões cinematográficas. E daí em diante, foram inúmeras: Alice e seu maravilhoso mundo, repleto de personagens mágicos e loucos.

Quem faz um desses papéis agora é o consagrado ator Johnny Depp. Ele dá vida ao Chapeleiro Maluco, que Alice encontra durante o chá das 17h.

“Adorei a maquiagem. Os olhos dilatados são resultado de muito estudo e de muita pesquisa sobre o personagem. Acho que conseguimos achar o ponto ideal”, comenta Johnny Depp, ao lado do diretor Tim Burton.

Será que o Chapeleiro será tão ou mais popular do que Jack Sparrow, o lendário pirata do Caribe, que Depp imortalizou no cinema? “Não dá para prever, mas eu torço muito para que as crianças, principalmente elas, gostem muito também do Chapeleiro Maluco”, diz o ator.

Mas o que esse filme tem de diferente das outras versões de Alice? O diretor Tim Burton responde: “As outras versões eram todas iguais, com a mesma história da menininha que cai na toca do coelho e vai parar no País das Maravilhas. Meu filme mostra Alice adulta, esquecida do passado, que retorna ao maravilhoso mundo subterrâneo para ajudar os seres de lá a se livrar da Rainha Vermelha, que é malvada, e devolver o trono à Rainha Branca, do bem”, explica o diretor.

A Rainha Boa é interpretada pela atriz Anne Hathaway. A personagem é cheia de movimentos caricatos e engraçados. De quem foi a ideia? “Eu tive total liberdade para criar. O diretor Tim Burton é muito generoso e deixa a gente à vontade”, disse Anne.

A Rainha Má é interpretada pela mulher do diretor, Helena Bonham Carter. A personagem tem uma cabeça enorme, resultado dos efeitos ultra-especiais.

Helena diz que gostaria de ter interpretado Alice, mas que não poderia por já ser uma atriz de mais idade.

Com este filme, Tim Burton e Johnny Depp celebram uma parceria que já dura 20 anos. Este é o sétimo filme que eles produzem.

“Esse é o último”, brinca o diretor. “Estou fora”, devolve o ator.

Matéria extraída do site do Fantástico na globo.com/fantastico